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 Meditações

 ESTRELA DO MAR

 

Era uma vez, um escritor que morava em uma tranquila praia, junto de uma colônia de pescadores. Todas as manhãs, ele caminhava à beira do mar para se inspirar e à tarde ficava em casa escrevendo.

Certo dia, caminhando na praia, ele viu um vulto que parecia dançar. Ao chegar perto, ele reparou que se tratava de um jovem que recolhia estrelas-do-mar da areia para, uma por uma, jogá-las novamente de volta ao oceano.

– Por que está fazendo isso? Perguntou o escritor.

– Você não vê! Explicou o jovem: a maré está baixa e o sol está brilhando. Elas irão secar e morrer se ficarem aqui na areia.

O escritor espantou-se.

– Meu jovem, existem milhares de quilômetros de praias por este mundo afora e centenas de milhares de estrelas-do-mar espalhadas pela praia. Que diferença faz? Você joga umas poucas de volta ao oceano. A maioria vai perecer de qualquer forma.

O jovem pegou mais uma estrela na praia, jogou de volta ao oceano, olhou para o escritor e disse:

– Para essa aqui eu fiz a diferença.

Naquela noite o escritor não conseguiu escrever sequer uma linha, nem conseguiu adormecer. Pela manhã, voltou à praia, procurou o jovem e uniu-se a ele, juntos, começaram a jogar estrelas-do mar de volta ao oceano.

Sejamos, portanto, mais um dos que querem fazer do mundo um lugar melhor. Sejamos a diferença!

 

“Não importa o quanto fazemos, mas, quanto amor colocamos naquilo que fazemos.”

Madre Teresa de Calcutá

 

            A fábula narrada é bem conhecida, como a necessidade de solidariedade e de gratidão também o são. O importante não é o quanto saibamos, mas o quanto da nossa sabedoria, do nosso entendimento e conhecimento, é utilizado para melhorar a vida de outras pessoas.

            Na Reforma Protestante, Martinho Lutero utilizou o seu conhecimento e sua vida para que as pessoas pudessem viver com um Deus gracioso, propiciando que elas aprendessem a viver gratas pelo que Deus nos oferece, e, solidárias, as pessoas que ainda não descobriram tudo o que têm e tudo que é ofertado por Deus.

 

Paz e graça.

 

P. Olmiro Ribeiro Junior


 
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