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 RELAÇÕES DESCARTÁVEIS

 

 

Hoje quando vejo nas prateleiras das farmácias e dos supermercados os pacotes coloridos das fraldas descartáveis meus pensamentos me levam para um passado recente e posso ver minha mãe cuidando das fraldas de pano de meu irmãzinho. Quanto tempo ela utilizava para lavá-las, secá-las e passá-las. Imagino que tanto cuidado com as fraldas era uma maneira dela dizer para meu irmãozinho o quanto ela o amava. Mesmo que as fraldas descartáveis possam agilizar a nossa vida elas não traduzem com fidelidade os sentimentos de cuidado, carinho e amor das ultrapassadas fraldas de pano.  Então, o que fazemos com o tempo que as fraldas descartáveis nos presenteiam?

Uma das facilidades que se encontra em tempos atuais são os objetos descartáveis.  Você já percebeu quantos produtos descartáveis fazem parte do seu dia-a-dia? Sim! São inúmeros produtos: copos, garrafas, sacolas, talheres e tantas outras coisas que usamos uma vez e, depois, com facilidade, são jogados fora. De modo geral, os produtos descartáveis vieram para deixar a vida mais simples e, normalmente, podem ser destinados para a reciclagem. Mas o seu uso também traz conseqüências para a vida do planeta, pois grande parte deles acaba na beira das estradas, entupindo bueiros e poluindo o meio-ambiente.

A idéia de que existem coisas que se pode usar e, logo depois, se descartar está bem enraizada no pensamento da pessoa moderna. Gostamos da facilidade e da praticidade que o modernismo introduziu em nosso dia-a-dia. Sendo assim, o relacionamento com o descartável vai muito bem. Obrigado!  Em nossa vida usar e jogar fora não causam mais espanto em homens e mulheres. Aliás, o que causa estranheza é quando se compra algo que é retornável. Definitivamente a humanidade ingressou na era do descartável.

Atualmente não é difícil encontrar homens e mulheres que estabelecem um relacionamento tendo como base a idéia do descartável. A união entre as pessoas está estabelecida sob este pensamento: “se não der certo cada uma para o seu lado”. Este jeito de pensar retira do pacto entre as pessoas o respeito e o cuidado que é condição para que a vida a dois se torne duradoura e eterna. Além disso, não existe o desejo de se colocar a união de duas pessoas diante de Deus e sob a sua proteção e bênção.

A facilidade com que substituímos e lançamos para longe de nossos olhos, objetos e pessoas também se reflete na nossa relação com Deus. Não precisamos da força divina em nossa vida e não desejamos a sua intromissão em nossos momentos de alegria e felicidade. Temos uma tendência em descartar Deus de nosso cotidiano. Inclusive em nossas comunidades e em nossa espiritualidade o descartável está presente. Em nossa vivência de fé nada é definitivo, vamos à busca daquilo que nos agrada mais e supre as nossas necessidades momentâneas.

Nesta mentalidade, a vida torna-se insaciável, ingrata e insensível, pouco, ou quase nada parece ter valor, pois tudo pode ser trocado. As conquistas tornam-se momentos, as relações interesses, as pessoas um número e a vida um loucura frenética em busca de prazer, de aceitação, de acumulo, ou seja, um grande lixo descartável.

Urgimos em resgatar a preciosidade da vida, das relações como construção da humanidade, da fé com força transformadora, do amor que vence a indiferença e da esperança que nos permite valorizar o hoje na construção de um amanhã melhor.

“Não acumulem para vocês tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem destroem, e onde os ladrões arrombam e furtam. Mas acumulem para vocês tesouros nos céus, onde a traça e a ferrugem não destroem, e onde os ladrões não arrombam nem furtam. Pois onde estiver o seu tesouro, aí também estará o seu coração.” (Mateus 6.19-21).

O que é precioso na sua vida, pelo quê vale a pena viver?

 

P. Olmiro Ribeiro Junior – Pastoral Escolar (CFJL) e Universitária (FAHOR).


 
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